Mostrando postagens com marcador Triumph. Mostrar todas as postagens
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Triumph apresenta a nova Street Triple 675 2012

Marca inglesa divulga imagens da versão remodelada da naked

Redação Motociclismo / Marcio Chizzolini

Triumph

Lançada no mercado mundial em 2007, a nova Street Triple 675 2012 é apresentada oficialmente. O novo modelo recebeu modificações estéticas, sendo que a mais visível fica por conta do novo conjunto de faróis, com desenho afilado, muito mais belo que o anterior. Desse modo, a nova Street Triple segue o padrão de sua irmã maior, a Speed. Além disso, o painel de instrumentos agora é o mesmo que equipa a supersport Daytona. Seu motor tricilíndrico rende 106 cv à 11 700 rpm, com um peso de 189 kg (com tanque cheio).

Triumph

Será comercializada em duas versões, Street Triple e Street Triple R. O que difere os dois modelos são as suspensões, sendo que na “R” é utilizado o mesmo conjunto da Daytona, completamente regulável, existirá também uma gama completa de acessórios, como escapamento Arrow, cobertura do assento do garupa (tipo monoposto), abas laterais dos radiadores e bolha sobre os faróis. Compacta e ágil, sua dinâmica se assemelha muito de sua “irmã” esportiva. Por enquanto, não há previsão do modelo desembarcar no Brasil.

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Triumph apresenta a nova Street Triple 675 2012

Marca inglesa divulga imagens da versão remodelada da naked

Redação Motociclismo / Marcio Chizzolini

Triumph

Lançada no mercado mundial em 2007, a nova Street Triple 675 2012 é apresentada oficialmente. O novo modelo recebeu modificações estéticas, sendo que a mais visível fica por conta do novo conjunto de faróis, com desenho afilado, muito mais belo que o anterior. Desse modo, a nova Street Triple segue o padrão de sua irmã maior, a Speed. Além disso, o painel de instrumentos agora é o mesmo que equipa a supersport Daytona. Seu motor tricilíndrico rende 106 cv à 11 700 rpm, com um peso de 189 kg (com tanque cheio).

Triumph

Será comercializada em duas versões, Street Triple e Street Triple R. O que difere os dois modelos são as suspensões, sendo que na “R” é utilizado o mesmo conjunto da Daytona, completamente regulável, existirá também uma gama completa de acessórios, como escapamento Arrow, cobertura do assento do garupa (tipo monoposto), abas laterais dos radiadores e bolha sobre os faróis. Compacta e ágil, sua dinâmica se assemelha muito de sua “irmã” esportiva. Por enquanto, não há previsão do modelo desembarcar no Brasil.

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Aceleramos a nova Triumph Tiger 800

Um dos lançamento mais aguardados do ano, a nova Triumph Tiger 800, acabou de ser apresentada no Salão de Milão 2010 e nossa equipe já teve a oportunidade de acelerar a motocicleta na Europa. Nosso primeiro contato com as duas versões da maxitrail inglesa, Tiger 800 e Tiger 800 XC, está na nova edição da MOTOCICLISMO (nº 156 de dezembro de 2010). Tivemos a oportunidade, através de nossa equipe na Europa, de andar com o lançamento que promete ser a grande rival da BMW F 800 GS.

Triumph Tiger 800 e Tiger 800 XC

Triumph Tiger 800 e Tiger 800 XC

Contudo, muitas outras atrações aguardavam você na nova MOTOCICLISMO. Produzimos um especial sobre o Salão de Milão, EICMA 2010, que chegou à sua 68ª. Nossos jornalistas estiveram presentes na principal feira de motos do mundo para trazer todas as novidades para você. Confira informações sobre as novas Honda Hornet, Crossrunner e CBR 250R, além de Ducati Diavel, MV Agusta F3, BMW G 650 GS, Aprilia Tuono e muito mais. Partindo para os testes da edição, aceleramos a nova Kawasaki Vulcan LT (Superteste), Ducati 1198 SP, BMW F 800 R (Supercity), Triumph Speed Triple e Kawasaki Z1000SX.

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Triumph Daytona 675 é um foguete inglês de 126 cavalos

Com três cilindros, alto desempenho e potentes freios, o modelo esportivo de média cilindrada chama a atenção por onde passa

Da Infomoto

Com três cilindros, alto desempenho e potentes freios, o modelo esportivo de média cilindrada chama a atenção por onde passa

Difícil não prestar atenção nesta Triumph Daytona 675. Ainda mais na cor vermelha como a da unidade testada. Na dianteira os faróis lembram os olhos de uma fera. As bengalas dianteiras douradas e o escapamento com saída sob o banco mostram que este modelo nasceu para brilhar nas pistas. Ela poderia estar facilmente em uma galeria de arte, mas foi feita mesmo para acelerar. Ao ligar o motor e começar a rodar surge a primeira surpresa: o ronco é diferente do esperado e mais parece um assobio. Porém o mais impressionante é a reposta do motor, rápida e forte em quase todos os regimes de rotação. Afinal o que essa moto tem de diferente das demais esportivas da categoria de 600 cm3?

Desde que foi lançada pela Triumph, a Daytona 675 venceu na Europa diversos comparativos e corridas da categoria Supersport. Apesar de um cilindro a menos que a concorrência, sim o modelo inglês é uma tricilíndrica, o motor tem 75 cm3 a mais de capacidade, daí o nome 675. Hoje, suas principais rivais no mercado internacional são a Honda CBR 600RR, a Kawasaki ZX-6R, Yamaha YZF-R6 e a Suzuki GSX-R600.


DESEMPENHO SURPREENDENTE

Normalmente as superesportivas de 600 cm3 são mais calmas em baixas rotações, precisando atingir altos giros para o motor entregar toda a sua potência. Porém na hora de acelerar essa inglesa fiquei surpreso com a resposta do motor, mesmo em baixas rotações. O principal trunfo desta moto é realmente a arquitetura de seu propulsor de três cilindros. Segundo a Triumph essa configuração tem o melhor dos dois mundos; o rápido aumento de rotações de um motor bicilíndrico e a “explosão” em altas rotações de um quatro cilindros em linha.

A potência de 126 cv e o torque de 7,54 kgf.m realmente impressionam frente a qualquer 600 cm3 do mercado. Outro diferencial do motor com três cilindros é seu tamanho reduzido em comparação às tetracilíndricas. Além de seu peso menor, permite que a moto seja mais estreita. Basta alguns minutos para começar a abusar do acelerador e aproveitar o melhor que esta moto tem a oferecer.

EQUIPADA


Para quem gosta de pilotar em circuito ou mesmo participar de um track day tem na Daytona 675 um modelo para fazer bonito nas pistas. Os freios são potentes e precisos, na dianteira os discos têm 308 mm de diâmetro (na Yamaha YZF-R1 são de 310 mm). Se isso não bastasse, as linhas de freio têm cobertura com malha de aço (Aeroquip). A suspensão dianteira, com tubos de 41 mm, tem todo o tipo de regulagem e garantem ótima estabilidade.

Abaixado na bolha é possível ver o completo painel que tem shift-light e até mesmo marcador de velocidade máxima atingida. Outro item que impressiona são os pneus. A moto testada estava calçada com pneus Pirelli Supercorsa SP, são pra lá de esportivos e permitem inclinar a moto até onde o juízo permitir. Até mesmo a posição de pilotagem é radical, com o piloto praticamente sobre o eixo dianteiro. Contudo, essa posição “racing” chega a cansar em viagens mais longas.

MAIS DÓCIL


Muitos motociclistas partem logo para as esportivas de 1000 cm3 como primeira moto grande. Pilotar uma superbike realmente é uma experiência única, porém o piloto precisa estar muito bem preparado para domar essas feras. Mas com uma 600 cm3 ou mesmo uma 675 cm3 você consegue ter a mesma diversão por um preço mais acessível e em uma moto mais fácil e dócil de pilotar.
Você pode não gostar do som do escapamento ou mesmo achar que um cilindro a menos pode fazer falta. Contudo, a Daytona 675 tem muito a oferecer. E só me resta uma dúvida: Ela é uma moto de rua com pegada racing ou uma moto racing que também pode andar na rua?

A Triumph Daytona 675 está com o preço promocional de R$ 36.900. Suas concorrentes no mercado nacional são a Honda CBR 600RR, que tem preço sugerido de R$ 47.000, e a Kawasaki ZX-6R, que custa R$ 48.880.

FICHA TÉCNICA: Triumph Daytona 675

Motor: DOHC, 675 cm³, tricilíndrico, refrigerado líquida.
Potência máxima: 126 cv a 12.600 rpm.
Torque máximo: 7,54 kgfm a 11.750 rpm.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Invertida de 41 mm com ajustes de pré-carga, compressão e retorno na dianteira; balança com amortecedor à gas e ajuste de pré-carga, compressão e retorno na traseira.
Freios: Disco duplo flutuante de 308 mm com pinças radiais de quatro pistões (dianteiro); Disco simples de 220 mm com pinça de um pistão (traseiro).
Dimensões: 2.010 mm de comprimento, 710 mm de largura e 1.105 mm de altura. Entre-eixos 1.415 mm e 830 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 162 kg.

por Lucas Rizzollo

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Triumph Daytona 675 é um foguete inglês de 126 cavalos

Com três cilindros, alto desempenho e potentes freios, o modelo esportivo de média cilindrada chama a atenção por onde passa

Da Infomoto

Com três cilindros, alto desempenho e potentes freios, o modelo esportivo de média cilindrada chama a atenção por onde passa

Difícil não prestar atenção nesta Triumph Daytona 675. Ainda mais na cor vermelha como a da unidade testada. Na dianteira os faróis lembram os olhos de uma fera. As bengalas dianteiras douradas e o escapamento com saída sob o banco mostram que este modelo nasceu para brilhar nas pistas. Ela poderia estar facilmente em uma galeria de arte, mas foi feita mesmo para acelerar. Ao ligar o motor e começar a rodar surge a primeira surpresa: o ronco é diferente do esperado e mais parece um assobio. Porém o mais impressionante é a reposta do motor, rápida e forte em quase todos os regimes de rotação. Afinal o que essa moto tem de diferente das demais esportivas da categoria de 600 cm3?

Desde que foi lançada pela Triumph, a Daytona 675 venceu na Europa diversos comparativos e corridas da categoria Supersport. Apesar de um cilindro a menos que a concorrência, sim o modelo inglês é uma tricilíndrica, o motor tem 75 cm3 a mais de capacidade, daí o nome 675. Hoje, suas principais rivais no mercado internacional são a Honda CBR 600RR, a Kawasaki ZX-6R, Yamaha YZF-R6 e a Suzuki GSX-R600.


DESEMPENHO SURPREENDENTE

Normalmente as superesportivas de 600 cm3 são mais calmas em baixas rotações, precisando atingir altos giros para o motor entregar toda a sua potência. Porém na hora de acelerar essa inglesa fiquei surpreso com a resposta do motor, mesmo em baixas rotações. O principal trunfo desta moto é realmente a arquitetura de seu propulsor de três cilindros. Segundo a Triumph essa configuração tem o melhor dos dois mundos; o rápido aumento de rotações de um motor bicilíndrico e a “explosão” em altas rotações de um quatro cilindros em linha.

A potência de 126 cv e o torque de 7,54 kgf.m realmente impressionam frente a qualquer 600 cm3 do mercado. Outro diferencial do motor com três cilindros é seu tamanho reduzido em comparação às tetracilíndricas. Além de seu peso menor, permite que a moto seja mais estreita. Basta alguns minutos para começar a abusar do acelerador e aproveitar o melhor que esta moto tem a oferecer.

EQUIPADA


Para quem gosta de pilotar em circuito ou mesmo participar de um track day tem na Daytona 675 um modelo para fazer bonito nas pistas. Os freios são potentes e precisos, na dianteira os discos têm 308 mm de diâmetro (na Yamaha YZF-R1 são de 310 mm). Se isso não bastasse, as linhas de freio têm cobertura com malha de aço (Aeroquip). A suspensão dianteira, com tubos de 41 mm, tem todo o tipo de regulagem e garantem ótima estabilidade.

Abaixado na bolha é possível ver o completo painel que tem shift-light e até mesmo marcador de velocidade máxima atingida. Outro item que impressiona são os pneus. A moto testada estava calçada com pneus Pirelli Supercorsa SP, são pra lá de esportivos e permitem inclinar a moto até onde o juízo permitir. Até mesmo a posição de pilotagem é radical, com o piloto praticamente sobre o eixo dianteiro. Contudo, essa posição “racing” chega a cansar em viagens mais longas.

MAIS DÓCIL


Muitos motociclistas partem logo para as esportivas de 1000 cm3 como primeira moto grande. Pilotar uma superbike realmente é uma experiência única, porém o piloto precisa estar muito bem preparado para domar essas feras. Mas com uma 600 cm3 ou mesmo uma 675 cm3 você consegue ter a mesma diversão por um preço mais acessível e em uma moto mais fácil e dócil de pilotar.
Você pode não gostar do som do escapamento ou mesmo achar que um cilindro a menos pode fazer falta. Contudo, a Daytona 675 tem muito a oferecer. E só me resta uma dúvida: Ela é uma moto de rua com pegada racing ou uma moto racing que também pode andar na rua?

A Triumph Daytona 675 está com o preço promocional de R$ 36.900. Suas concorrentes no mercado nacional são a Honda CBR 600RR, que tem preço sugerido de R$ 47.000, e a Kawasaki ZX-6R, que custa R$ 48.880.

FICHA TÉCNICA: Triumph Daytona 675

Motor: DOHC, 675 cm³, tricilíndrico, refrigerado líquida.
Potência máxima: 126 cv a 12.600 rpm.
Torque máximo: 7,54 kgfm a 11.750 rpm.
Transmissão: Câmbio de seis velocidades, com transmissão final por corrente.
Suspensão: Invertida de 41 mm com ajustes de pré-carga, compressão e retorno na dianteira; balança com amortecedor à gas e ajuste de pré-carga, compressão e retorno na traseira.
Freios: Disco duplo flutuante de 308 mm com pinças radiais de quatro pistões (dianteiro); Disco simples de 220 mm com pinça de um pistão (traseiro).
Dimensões: 2.010 mm de comprimento, 710 mm de largura e 1.105 mm de altura. Entre-eixos 1.415 mm e 830 mm de altura do assento para o solo.
Peso: 162 kg.

por Lucas Rizzollo

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