Newton Figueiredo é fundador e presidente do Grupo SustentaX, que desenvolve, de forma integrada, o conceito de sustentabilidade ajudando as corporações a terem seus negócios mais competitivos e sustentáveis, identificando para os consumidores produtos e serviços sustentáveis e desenvolvendo projetos de sustentabilidade para empreendimentos imobiliários.
A corrida maluca para o verde se acelera
Newton Figueiredo é fundador e presidente do Grupo SustentaX, que desenvolve, de forma integrada, o conceito de sustentabilidade ajudando as corporações a terem seus negócios mais competitivos e sustentáveis, identificando para os consumidores produtos e serviços sustentáveis e desenvolvendo projetos de sustentabilidade para empreendimentos imobiliários.
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Em 2050, 80% da energia será renovável, diz IPCC
Um documento divulgado nesta segunda-feira pelo Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, sigla em inglês), o órgão da ONU para as mudanças climáticas, indica que as tecnologias renováveis podem prover 80% das necessidades de energia do planeta até a metade do século XXI. ??No texto, um sumário do Relatório Especial sobre Fontes de Energia Renováveis e Mitigação da Mudança Climática (SRREN, sigla em inglês), o IPCC afirma que quase a metade dos investimentos atuais em geração de eletricidade já é voltada para as fontes renováveis. ??No entanto, o Painel afirma que o crescimento disto depende da aplicação das políticas corretas. ??”Com o apoio consistente de políticas climáticas e energéticas, as fontes renováveis de energia podem contribuir substancialmente para o bem-estar humano ao prover energia sustentavelmente e estabilizar o clima”, disse Ottmar Edenhofer, copresidente do grupo de trabalho do IPCC que produziu o estudo. ??”No entanto, o aumento substancial das (fontes) renováveis é tecnicamente e potencialmente muito desafiador”, acrescentou. ??Cenários ??O IPCC analisou no relatório 164 cenários futuros de desenvolvimento energético. Aqueles nos quais se recorreu com mais força às fontes renováveis resultaram em um corte nas emissões de gases do efeito estufa de cerca de um terço até 2050, em comparação com as projeções ligadas a tecnologias convencionais. ??Atualmente, as tecnologias renováveis suprem 12,9% da demanda global de energia. No entanto, a maior fonte, responsável por cerca de metade do total global, ainda é a queima de madeira para aquecimento e preparo de alimentos nos países em desenvolvimento. ??Isto não é sempre verdadeiramente renovável, já que nem sempre são plantadas novas árvores para compensar as que são derrubadas. ??A tecnologia que cresce mais rapidamente é a energia gerada por painéis solares conectados, que teve um aumento de 53% na capacidade instalada de 2009. No entanto, o IPCC indica que esta tecnologia continuará sendo uma das mais caras pelos próximos anos. ??Das várias tecnologias disponíveis, a bioenergia é considerada a de maior potencial de crescimento em longo prazo, seguida pela energia solar e pela energia eólica. ??No entanto, o IPCC afirma que os governos terão de acelerar suas políticas para estimular o investimento em fontes renováveis se quiser que esta indústria cresça substancialmente. ??Saber se os governos farão isto ou não será um fator determinante para que as metas climáticas globais sejam atingidas, diz o relatório. ??Energia de sobra ??O estudo também conclui que há mais que o necessário para atingir as necessidades de energia atuais e futuras do planeta.
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A aquisição faz parte dos planos da Vale de se tornar um dos maiores produtores de cobre do mundo. Em dezembro, durante a inauguração da mina de Tres Valles, no Chile, o diretor executivo de Metais Básicos, Tito Martins, disse que o objetivo da companhia é pular do décimo para o quarto lugar no ranking mundial dos produtores de cobre.
Em nota, a Vale informou que a maior parte dos ativos da Metorex está localizada perto dos atuais projetos da mineradora brasileira na África Central: Konkola North, em fase de desenvolvimento na Zâmbia, e Kalumines, em estudo de viabilidade. A expectativa da companhia com a compra é aproveitar as sinergias entre os projetos.
Para que a oferta de US$ 1,125 bilhão tenha sucesso, a Vale precisa da aprovação de 75% dos acionistas da Metorex com direito a voto. A companhia brasileira informou já ter recebido o aval “irrevogável” de alguns acionistas. Juntos, esses acionistas respondem por 25,4% do capital social da empresa. Se a aquisição for concluída, a Metorex vai solicitar fechamento de capital.
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Países tentam manter Kyoto vivo
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Começou nesta semana em Bangcoc, na Tailândia, uma tentativa dos países em desenvolvimento de manter o Protocolo de Kyoto vivo, mesmo que nações como Japão, Rússia, Austrália e Canadá se neguem a participar do segundo período do acordo.
A primeira fase de Kyoto, que instituiu metas para os países industrializados cortarem as emissões de gases-estufa, termina no fim de 2012 e ainda não está definido se haverá uma continuação. As nações em desenvolvimento, entre elas o Brasil, acreditam que é melhor ter o protocolo com um número menor de participantes do que ficar sem ele.
A União Europeia e os países da Escandinávia permaneceriam dentro do tratado. Eles avaliam que Kyoto tem exigências mais altas e é mais confiável do que qualquer alternativa apresentada hoje.
Mas países como Japão, Rússia, Canadá e Austrália vêm demonstrando não querer continuar em Kyoto. O motivo é que os Estados Unidos não ratificaram o tratado e, dessa forma, até hoje não possuem uma meta para reduzir as emissões.
Outro problema visto por eles é que grandes economias, como a China, a Índia e o Brasil, também não têm obrigação pelo tratado de reduzir as emissões dos gases que provocam o aquecimento global.
A secretária executiva da Convenção do Clima da ONU, Christiana Figueres, deu a entender que é possível trabalhar com a hipótese defendida pelos países em desenvolvimento. Ela afirmou que “não há países que se opõem ao Protocolo de Kyoto” – mesmo que não queiram fazer parte dele. Uma comparação ouvida em Bangcoc foi a seguinte: é como uma pessoa que para de fumar, mas permite que outras continuem fumando.
Votorantim Metais investirá R$ 1 bilhão em 2011
Em 2010, a empresa concluiu a aquisição do controle da Milpo, terceira maior mineradora de zinco do Peru.
A área de alumínio usará R$ 401 milhões do investimento previsto para este ano. Desse total, R$ 292 milhões serão destinados para a finalização do centro de tratamento de perfis, na fábrica da cidade de Alumínio, no interior de São Paulo.
Segundo comunicado da empresa, do total dos recursos previstos para 2011, R$ 100 milhões serão destinados para as operações de mineração.





