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Mercedes-Benz C 250 CGI Sport e E 250 CGI

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Mais econômicos, sedãs ganham motor de injeção direta e selo BlueEfficiency

Carsale | Larissa Florêncio/Foto: Divulgação

Reduzir o consumo de combustível dos veículos e, conseqüentemente, as emissões de poluentes é uma tendência mundial no segmento automotivo. Mesmo quando o assunto são modelos de alto desempenho, as fabricantes estão mostrando que é possível torná-los mais “amigos do meio ambiente” e, ao mesmo tempo, mantê-los eficientes e divertidos. Seguindo essa tendência, a Mercedes-Benz apresentou, na última quarta-feira (2), duas novas versões que chegam para integrar o time de sedãs de luxo da marca: o Classe C 250 CGI Sport e o Classe E 250 CGI. Os lançamentos trazem como principal novidade o bloco dotado de injeção direta e batizado pela marca de CGI (Charged Gasoline Injection).

O novo motor é parte do pacote de tecnologias BlueEfficiency, desenvolvido com o objetivo de diminuir o consumo e o nível de emissões. Mas a utilização de um propulsor com injeção direta associado ao conceito BlueEfficiency não é inédito por aqui. A estreia da solução no País aconteceu no final do ano passado, com o lançamento dos sedãs C 180 CGI e o C 200 CGI (leia aqui). Posicionado entre o C 200 CGI e o C 300, o Classe C 250 CGI Sport chega com preço sugerido de R$ 179.900. Já o sedã médio-grande Classe E 250 CGI será oferecido por R$ 229.900, exercendo o papel de modelo de entrada da linha. Confira abaixo características e preços dos lançamentos.

Motor CGI e selo BlueEfficiency: o lado verde da estrela

Tanto o C 250 CGI Sport como o E 250 CGI são equipados com o bloco 1.8 litro de quatro cilindros e sobrealimentado por turbocompressor. O diferencial desse motor é a queima de combustível mais eficiente, já que a gasolina é injetada direto na câmara de combustão. Com isso, os blocos apresentam menor consumo e, consequentemente, menores emissões de poluentes. Este conjunto é capaz de entregar potência de 204 cavalos a 5.500 giros e torque de 31,6 kgfm, disponível entre 2.000 e 4.300 rpm. Nos dois sedãs, a transmissão é automática de cinco velocidades.

Com o novo motor, os modelos receberam o selo BlueEfficiency, que caracteriza uma série de melhorias feitas para entregar um desempenho ecologicamente correto. Para melhorar a aerodinâmica, a fabricante alemã redesenhou os espelhos retrovisores e modificou as venezianas internas da grade do radiador. Os pneus também são novos e têm menor resistência ao rolamento. E o pacote traz ainda a aplicação de materiais mais leves no motor e alterações na relação do diferencial, devido ao aumento do torque. Segundo a fábrica, com as mexidas, o consumo é até 12,1% menor.

Um detalhe interessante é que o condutor pode “ficar de olho” no consumo imediato de combustível, já que o painel de instrumentos ganhou um medidor instantâneo. Mais leve e menor, não é surpresa para ninguém que o Classe C 250 CGI Sport alcance velocidade máxima superior ao sedã E 250 CGI, além de chegar mais rápido aos 100 km/h. Porém, a diferença entre os números não é gritante. Para fazer o ponteiro do velocímetro marcar 100 km/h, o Classe C leva 7,4 segundos, enquanto o sedã maior precisa de 7,8 s, de acordo com a fábrica. Já a velocidade máxima alcançada pelo Classe C é de 240 km/h, com 238 km/h para o sedã E.

Mercado: sedãs são os best-sellers no Brasil

Segundo a Mercedes-Benz, os sedãs representam cerca de 60% das vendas da marca no Brasil. Só os integrantes da Classe C respondem por 50% deste total – a fabricante alemã já adiantou que o modelo virá reestilizado a partir do segundo semestre deste ano – com as modificações reveladas esta semana, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. Já o sedã Classe E, atualmente em sua oitava geração, é responsável por 8% das vendas do mix por aqui e não muda em 2011.

A marca da estrela de três pontas informou também que o crescimento da marca no ano passado foi de 40%, enquanto o mercado de automóveis de luxo obteve alta de 30%. Com base neste crescimento, acima do mercado geral, e levando em consideração os 8.017 veículos vendidos em 2010, a Mercedes espera fechar o ano com um volume recorde de 10.000 unidades no mercado brasileiro.

Atrás do volante do Classe C 250 CGI Sport

Embora a nova motorização seja novidade nos dois sedãs, a Mercedes-Benz cedeu apenas o Classe C 250 CGI Sport para test drive de lançamento. O trajeto foi de cerca de 350 km, saindo de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista rumo a Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Antes de entrar no veículo, já foi possível reconhecer que se tratava de um lançamento, porque o sedã traz o emblema BlueEfficiency próximo dos pára-lamas dianteiros, além da sigla CGI fixada na ponta inferior direita da tampa traseira. A palavra Sport, presente no nome da versão, indica que o sedã possui um pacote visual AMG – a divisão “apimentada” da Mercedes.

Por fora, rodas, faróis bixenon e kit óptico são da divisão esportiva da marca. Internamente, o sedã vem com borboletas atrás do volante, que permitem realizar as trocas de marchas de maneira manual, para garantir uma condução mais interativa. Os bancos também são esportivos e garantem boa acomodação. Ajustar a altura e distância dos pedais é fácil, já que o modelo conta com comandos elétricos localizados no painel da porta. A direção também possui regulagem elétrica, que pode ser acionada por meio de uma prática e pequena alavanca, que lembra um “joystick” e fica posicionada na parte de baixo da coluna de direção, do lado esquerdo.

Durante todo o percurso, tivemos de nos contentar com o tempo chuvoso. Em alguns momentos, a chuva e o vento eram tão fortes que quase não se via nada à frente do pára-brisa. O comportamento do sedã, porém, não causou insegurança. Pelo contrário. O veículo respondeu bem às frenagens. Já a suspensão de perfil mais rígido garantiu estabilidade mesmo nas curvas mais acentuadas e sem causar desconforto. Nas ultrapassagens, o sedã mostrou fôlego de sobra. Basta pisar um pouco mais fundo no pedal do acelerador e o torque de 31,6 kgfm entra em ação.

O motorista pode estranhar apenas o tempo que turbina leva até encher e começar a trabalhar – coisa de um ou dois segundos. Mas bastam algumas aceleradas para se acostumar com o sistema. Já o câmbio automático de cinco velocidades se mostrou bem escalonado, sem produzir de trancos. As trocas de marchas são suaves e quase imperceptíveis, garantindo maior conforto. Já o medidor instantâneo de combustível mostrou-se bastante útil e de fácil visualização. Ao término da viagem, o sistema indicou que o consumo médio foi de cerca de 9 km/l, média interessante para um sedã empurrado por motor com 204 cv de potência.


Confira abaixo versões e preços das linhas Classe C e E:

C 180 CGI – R$ 114.900
C 200 CGI Avantgarde – R$ 149.900
C 200 CGI Avantgarde Sport – R$ 175.000
C 250 CGI Sport – R$ 179.900
C 63 AMG – US$ 201.900 (cerca de R$ 333.659)

E 250 CGI – R$ 229.900
E 350 Avantgarde Executive – R$ 299.000
E 63 AMG – US$ 249.000 (cerca de R$ 411.497)
E 500 Guard – R$ 420.000

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Mercedes-Benz C 250 CGI Sport e E 250 CGI

Foto



Mais econômicos, sedãs ganham motor de injeção direta e selo BlueEfficiency

Carsale | Larissa Florêncio/Foto: Divulgação

Reduzir o consumo de combustível dos veículos e, conseqüentemente, as emissões de poluentes é uma tendência mundial no segmento automotivo. Mesmo quando o assunto são modelos de alto desempenho, as fabricantes estão mostrando que é possível torná-los mais “amigos do meio ambiente” e, ao mesmo tempo, mantê-los eficientes e divertidos. Seguindo essa tendência, a Mercedes-Benz apresentou, na última quarta-feira (2), duas novas versões que chegam para integrar o time de sedãs de luxo da marca: o Classe C 250 CGI Sport e o Classe E 250 CGI. Os lançamentos trazem como principal novidade o bloco dotado de injeção direta e batizado pela marca de CGI (Charged Gasoline Injection).

O novo motor é parte do pacote de tecnologias BlueEfficiency, desenvolvido com o objetivo de diminuir o consumo e o nível de emissões. Mas a utilização de um propulsor com injeção direta associado ao conceito BlueEfficiency não é inédito por aqui. A estreia da solução no País aconteceu no final do ano passado, com o lançamento dos sedãs C 180 CGI e o C 200 CGI (leia aqui). Posicionado entre o C 200 CGI e o C 300, o Classe C 250 CGI Sport chega com preço sugerido de R$ 179.900. Já o sedã médio-grande Classe E 250 CGI será oferecido por R$ 229.900, exercendo o papel de modelo de entrada da linha. Confira abaixo características e preços dos lançamentos.

Motor CGI e selo BlueEfficiency: o lado verde da estrela

Tanto o C 250 CGI Sport como o E 250 CGI são equipados com o bloco 1.8 litro de quatro cilindros e sobrealimentado por turbocompressor. O diferencial desse motor é a queima de combustível mais eficiente, já que a gasolina é injetada direto na câmara de combustão. Com isso, os blocos apresentam menor consumo e, consequentemente, menores emissões de poluentes. Este conjunto é capaz de entregar potência de 204 cavalos a 5.500 giros e torque de 31,6 kgfm, disponível entre 2.000 e 4.300 rpm. Nos dois sedãs, a transmissão é automática de cinco velocidades.

Com o novo motor, os modelos receberam o selo BlueEfficiency, que caracteriza uma série de melhorias feitas para entregar um desempenho ecologicamente correto. Para melhorar a aerodinâmica, a fabricante alemã redesenhou os espelhos retrovisores e modificou as venezianas internas da grade do radiador. Os pneus também são novos e têm menor resistência ao rolamento. E o pacote traz ainda a aplicação de materiais mais leves no motor e alterações na relação do diferencial, devido ao aumento do torque. Segundo a fábrica, com as mexidas, o consumo é até 12,1% menor.

Um detalhe interessante é que o condutor pode “ficar de olho” no consumo imediato de combustível, já que o painel de instrumentos ganhou um medidor instantâneo. Mais leve e menor, não é surpresa para ninguém que o Classe C 250 CGI Sport alcance velocidade máxima superior ao sedã E 250 CGI, além de chegar mais rápido aos 100 km/h. Porém, a diferença entre os números não é gritante. Para fazer o ponteiro do velocímetro marcar 100 km/h, o Classe C leva 7,4 segundos, enquanto o sedã maior precisa de 7,8 s, de acordo com a fábrica. Já a velocidade máxima alcançada pelo Classe C é de 240 km/h, com 238 km/h para o sedã E.

Mercado: sedãs são os best-sellers no Brasil

Segundo a Mercedes-Benz, os sedãs representam cerca de 60% das vendas da marca no Brasil. Só os integrantes da Classe C respondem por 50% deste total – a fabricante alemã já adiantou que o modelo virá reestilizado a partir do segundo semestre deste ano – com as modificações reveladas esta semana, no Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça. Já o sedã Classe E, atualmente em sua oitava geração, é responsável por 8% das vendas do mix por aqui e não muda em 2011.

A marca da estrela de três pontas informou também que o crescimento da marca no ano passado foi de 40%, enquanto o mercado de automóveis de luxo obteve alta de 30%. Com base neste crescimento, acima do mercado geral, e levando em consideração os 8.017 veículos vendidos em 2010, a Mercedes espera fechar o ano com um volume recorde de 10.000 unidades no mercado brasileiro.

Atrás do volante do Classe C 250 CGI Sport

Embora a nova motorização seja novidade nos dois sedãs, a Mercedes-Benz cedeu apenas o Classe C 250 CGI Sport para test drive de lançamento. O trajeto foi de cerca de 350 km, saindo de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista rumo a Peruíbe, litoral sul de São Paulo. Antes de entrar no veículo, já foi possível reconhecer que se tratava de um lançamento, porque o sedã traz o emblema BlueEfficiency próximo dos pára-lamas dianteiros, além da sigla CGI fixada na ponta inferior direita da tampa traseira. A palavra Sport, presente no nome da versão, indica que o sedã possui um pacote visual AMG – a divisão “apimentada” da Mercedes.

Por fora, rodas, faróis bixenon e kit óptico são da divisão esportiva da marca. Internamente, o sedã vem com borboletas atrás do volante, que permitem realizar as trocas de marchas de maneira manual, para garantir uma condução mais interativa. Os bancos também são esportivos e garantem boa acomodação. Ajustar a altura e distância dos pedais é fácil, já que o modelo conta com comandos elétricos localizados no painel da porta. A direção também possui regulagem elétrica, que pode ser acionada por meio de uma prática e pequena alavanca, que lembra um “joystick” e fica posicionada na parte de baixo da coluna de direção, do lado esquerdo.

Durante todo o percurso, tivemos de nos contentar com o tempo chuvoso. Em alguns momentos, a chuva e o vento eram tão fortes que quase não se via nada à frente do pára-brisa. O comportamento do sedã, porém, não causou insegurança. Pelo contrário. O veículo respondeu bem às frenagens. Já a suspensão de perfil mais rígido garantiu estabilidade mesmo nas curvas mais acentuadas e sem causar desconforto. Nas ultrapassagens, o sedã mostrou fôlego de sobra. Basta pisar um pouco mais fundo no pedal do acelerador e o torque de 31,6 kgfm entra em ação.

O motorista pode estranhar apenas o tempo que turbina leva até encher e começar a trabalhar – coisa de um ou dois segundos. Mas bastam algumas aceleradas para se acostumar com o sistema. Já o câmbio automático de cinco velocidades se mostrou bem escalonado, sem produzir de trancos. As trocas de marchas são suaves e quase imperceptíveis, garantindo maior conforto. Já o medidor instantâneo de combustível mostrou-se bastante útil e de fácil visualização. Ao término da viagem, o sistema indicou que o consumo médio foi de cerca de 9 km/l, média interessante para um sedã empurrado por motor com 204 cv de potência.


Confira abaixo versões e preços das linhas Classe C e E:

C 180 CGI – R$ 114.900
C 200 CGI Avantgarde – R$ 149.900
C 200 CGI Avantgarde Sport – R$ 175.000
C 250 CGI Sport – R$ 179.900
C 63 AMG – US$ 201.900 (cerca de R$ 333.659)

E 250 CGI – R$ 229.900
E 350 Avantgarde Executive – R$ 299.000
E 63 AMG – US$ 249.000 (cerca de R$ 411.497)
E 500 Guard – R$ 420.000

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Mercedes-Benz CLS 63 AMG

Cupê esportivo com cara de sedã mistura alta performance com baixo consumo

Por Fernando Valeika de Barros | Fotos: Dick Weyhenmeyer

Mercedes-Benz CLS 63 AMG


Até pouco tempo atrás, ter um esportivo na garagem era o mesmo que ser dono de uma máquina esbanjadora de gasolina. Mas os tempos mudaram. Agora, além de possante, um esportivo deve ser comedido na hora de abastecer. Pois essa foi uma das principais diretrizes no desenvolvimento do novo Mercedes-Benz CLS 63 AMG. É por isso que ele consome quase um terço de gasolina a menos do que o seu antecessor, sem renunciar a nenhum cavalo de potência. Foi com esse discurso ensaiado que a versão reestilizada deu as caras no Salão de Detroit, ao mesmo tempo em que era lançada na Europa - e já com previsão de desembarque no Brasil neste semestre. Ou seja, depois de inventar em 2004 um segmento que unia o mundo dos cupês ao dos sedãs, a Mercedes deu agora um passo adiante: fez um carro com altas doses de esportividade, mas com apelo ecológico. O caminho que os alemães encontraram é o mesmo que está tornando os compactos europeus mais econômicos: redução no tamanho do motor acompanhada da adoção de um turbo. Bem-vindo ao downsizing.

Graças ao novo motor biturbo, o primeiro V8 da marca concebido sob a cartilha do downsizing, a linha 2012 deste Mercedes comete uma licença poética. Herdou o nome do antecessor, que tinha um motor aspirado de 6 208 cm3, mas a verdade é que, apesar de seus 525 cv (32 a mais do que o anterior) e 71,4 mkgf (ganhou 7,2 mkgf), sua cilindrada é 15% menor - agora ele tem 5 461 cm3. Agradeça aos dois turbos, que fazem o carro ir de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e ainda assim ser mais comedido nas visitas ao posto. Segundo a fábrica, ele faz 10 km/l, ou 32% mais econômico que o antigo CLS 63 AMG.

"Nosso objetivo foi o de oferecer o melhor em performance, sem tirarmos o foco da eficiência no consumo e de emissões menores", disse à QUATRO RODAS Friedrich Eichler, diretor de desenvolvimento da Mercedes, durante a apresentação em San Diego (EUA). Eichler conta que, para deixar o novo V8 no ponto, foram três anos e meio de trabalho, entre projeto e testes em pistas. "Com a ajuda de injetores piezoelétricos, a gasolina é borrifada em microgotículas e tem uma mistura muito melhor", explica. "Ao mesmo tempo, as quatro válvulas variáveis por cilindro fazem com que a mistura de ar fique mais rica." O motor também é desligado automaticamente sempre que o veículo fica parado por alguns segundos (em um sinal, por exemplo). Há até um aviso "Eco", que se acende no painel quando o motorista dirige no modo mais ecológico. Também de olho no consumo, o sistema de direção eletro-hidráulica foi revisado. "Ele se adapta de acordo com o modo de suspensão escolhido e também contribui para reduzir o consumo", diz Eichler.

À medida em que eu avanço pelo percurso de 400 km de estradas do estado da Califórnia, descubro outras virtudes. Mesmo sendo um carro turbinado, ele ficou muito esperto nas baixas rotações. Com o câmbio automatizado de sete marchas no modo automático ou manual (acionadas por borboletas no volante ou pela alavanca), o CLS 63 AMG vermelho dispara com vontade ao mais leve cutucão no acelerador. Experimento então as três diferentes regulagens de suspensão: Comfort, Sport e Sport Plus. Basta pressionar um botão no console para que o sistema de amortecimento seja modificado eletronicamente, indo da regulagem mais macia à mais rígida e esportiva. Aliás, na opção mais nervosa é possível até sentir as laterais do encosto do banco "abraçando" seu corpo, para dar mais suporte nas curvas.

Para vigiar de perto os instintos mais afoitos, o CLS AMG foi recheado com uma dúzia de engenhocas eletrônicas, que ajudam a impedir acidentes, a começar pelo controle de estabilidade de última geração. Os retrovisores, por exemplo, agora têm detectores para localizar veículos no ponto cego. Se um deles estiver no raio de ação, uma luz vermelha se acende. Ultrapassou a faixa contínua no meio da estrada? Logo uma vibração é sentida no volante.

Na luta para deixá-lo menos beberrão e mais ágil, foi desencadeada uma verdadeira operação para emagrecer o CLS. Suas portas agora são feitas com painéis de alumínio, cerca de 24 kg mais leves que as de aço. Pela mesma razão capô, para-lamas, chassi e o bloco do motor são feitos do mesmo metal.

Mas não vamos esquecer que a nova geração também tem um novo design, que está mais moderno e agressivo. O capô de alumínio e a grade frontal foram redesenhados, dando-lhe uma leve cara de bad boy, acompanhado de um ar tecnológico graças aos filetes de leds sob os novos faróis - alguém aí viu uma semelhança com os atuais Audi? Ele lembra, propositadamente, o SLS AMG (o novo Asa de Gaivota), com seu capô em forma de cunha, cheio de vincos nas laterais, que parecem lhe dar musculatura.

Por dentro, o padrão é de um legítimo AMG, com couro ultramacio nos bancos e no volante, opção de acabamento de madeira nobre ou de fibra de carbono no painel, além de ter um ótimo sistema de som (Harman Kardon 5.1, com 14 alto-falantes). Apesar de ser um cupê de quatro portas, planejado para quatro ocupantes, fica nas dimensões enxutas do banco traseiro um de seus raros defeitos. Passageiros mais altos sofrem para encontrar espaço para pernas e cabeça por causa do teto baixo e inclinado, apesar dos seus 4,99 metros de comprimento e 2,84 de entre-eixos. Em compensação, instalado no banco do motorista, comandando um carro potente e bem equilibrado, o único aperto que você vai sentir é o do seu corpo contra o encosto ao pisar forte no acelerador. Desse, duvido que você reclame.

VEREDICTO

Que outro carro pode reunir a potência de 525 cv e a frugalidade dos 10 km/l, embalado por luxo e muita tecnologia?


Motor:
dianteiro, longitudinal, V8, injeção direta de gasolina, biturbo
Cilindrada: 5 461 cm3
Diâmetro x curso: 98,0 x 90,5 mm
Taxa de compressão: 10,0:1
Potência: 525 cv
Torque: 72 mkgf
Câmbio: automatizado de 7 marchas; tração traseira
Dimensões: comprimento, 499 cm; largura, 188 cm; altura, 140 cm; entre-eixos, 284 cm
Peso: 1 881 kg
Peso/potência: 3,6 kg/cv
Porta-malas/caçamba: 520 litros
Tanque: 66 litros
Suspensão dianteira: multilink
Suspensão traseira: multilink
Freios: discos ventilados nas 4 rodas, com ABS, EBD e controle de tração
Direção: pinhão e cremalheira, com assistência eletrohidráulica
Pneus: 55/35 R19 na frente e 285/30 R19 atrás

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Mercedes-Benz CLS 63 AMG

Cupê esportivo com cara de sedã mistura alta performance com baixo consumo

Por Fernando Valeika de Barros | Fotos: Dick Weyhenmeyer

Mercedes-Benz CLS 63 AMG


Até pouco tempo atrás, ter um esportivo na garagem era o mesmo que ser dono de uma máquina esbanjadora de gasolina. Mas os tempos mudaram. Agora, além de possante, um esportivo deve ser comedido na hora de abastecer. Pois essa foi uma das principais diretrizes no desenvolvimento do novo Mercedes-Benz CLS 63 AMG. É por isso que ele consome quase um terço de gasolina a menos do que o seu antecessor, sem renunciar a nenhum cavalo de potência. Foi com esse discurso ensaiado que a versão reestilizada deu as caras no Salão de Detroit, ao mesmo tempo em que era lançada na Europa - e já com previsão de desembarque no Brasil neste semestre. Ou seja, depois de inventar em 2004 um segmento que unia o mundo dos cupês ao dos sedãs, a Mercedes deu agora um passo adiante: fez um carro com altas doses de esportividade, mas com apelo ecológico. O caminho que os alemães encontraram é o mesmo que está tornando os compactos europeus mais econômicos: redução no tamanho do motor acompanhada da adoção de um turbo. Bem-vindo ao downsizing.

Graças ao novo motor biturbo, o primeiro V8 da marca concebido sob a cartilha do downsizing, a linha 2012 deste Mercedes comete uma licença poética. Herdou o nome do antecessor, que tinha um motor aspirado de 6 208 cm3, mas a verdade é que, apesar de seus 525 cv (32 a mais do que o anterior) e 71,4 mkgf (ganhou 7,2 mkgf), sua cilindrada é 15% menor - agora ele tem 5 461 cm3. Agradeça aos dois turbos, que fazem o carro ir de 0 a 100 km/h em 4,4 segundos e ainda assim ser mais comedido nas visitas ao posto. Segundo a fábrica, ele faz 10 km/l, ou 32% mais econômico que o antigo CLS 63 AMG.

"Nosso objetivo foi o de oferecer o melhor em performance, sem tirarmos o foco da eficiência no consumo e de emissões menores", disse à QUATRO RODAS Friedrich Eichler, diretor de desenvolvimento da Mercedes, durante a apresentação em San Diego (EUA). Eichler conta que, para deixar o novo V8 no ponto, foram três anos e meio de trabalho, entre projeto e testes em pistas. "Com a ajuda de injetores piezoelétricos, a gasolina é borrifada em microgotículas e tem uma mistura muito melhor", explica. "Ao mesmo tempo, as quatro válvulas variáveis por cilindro fazem com que a mistura de ar fique mais rica." O motor também é desligado automaticamente sempre que o veículo fica parado por alguns segundos (em um sinal, por exemplo). Há até um aviso "Eco", que se acende no painel quando o motorista dirige no modo mais ecológico. Também de olho no consumo, o sistema de direção eletro-hidráulica foi revisado. "Ele se adapta de acordo com o modo de suspensão escolhido e também contribui para reduzir o consumo", diz Eichler.

À medida em que eu avanço pelo percurso de 400 km de estradas do estado da Califórnia, descubro outras virtudes. Mesmo sendo um carro turbinado, ele ficou muito esperto nas baixas rotações. Com o câmbio automatizado de sete marchas no modo automático ou manual (acionadas por borboletas no volante ou pela alavanca), o CLS 63 AMG vermelho dispara com vontade ao mais leve cutucão no acelerador. Experimento então as três diferentes regulagens de suspensão: Comfort, Sport e Sport Plus. Basta pressionar um botão no console para que o sistema de amortecimento seja modificado eletronicamente, indo da regulagem mais macia à mais rígida e esportiva. Aliás, na opção mais nervosa é possível até sentir as laterais do encosto do banco "abraçando" seu corpo, para dar mais suporte nas curvas.

Para vigiar de perto os instintos mais afoitos, o CLS AMG foi recheado com uma dúzia de engenhocas eletrônicas, que ajudam a impedir acidentes, a começar pelo controle de estabilidade de última geração. Os retrovisores, por exemplo, agora têm detectores para localizar veículos no ponto cego. Se um deles estiver no raio de ação, uma luz vermelha se acende. Ultrapassou a faixa contínua no meio da estrada? Logo uma vibração é sentida no volante.

Na luta para deixá-lo menos beberrão e mais ágil, foi desencadeada uma verdadeira operação para emagrecer o CLS. Suas portas agora são feitas com painéis de alumínio, cerca de 24 kg mais leves que as de aço. Pela mesma razão capô, para-lamas, chassi e o bloco do motor são feitos do mesmo metal.

Mas não vamos esquecer que a nova geração também tem um novo design, que está mais moderno e agressivo. O capô de alumínio e a grade frontal foram redesenhados, dando-lhe uma leve cara de bad boy, acompanhado de um ar tecnológico graças aos filetes de leds sob os novos faróis - alguém aí viu uma semelhança com os atuais Audi? Ele lembra, propositadamente, o SLS AMG (o novo Asa de Gaivota), com seu capô em forma de cunha, cheio de vincos nas laterais, que parecem lhe dar musculatura.

Por dentro, o padrão é de um legítimo AMG, com couro ultramacio nos bancos e no volante, opção de acabamento de madeira nobre ou de fibra de carbono no painel, além de ter um ótimo sistema de som (Harman Kardon 5.1, com 14 alto-falantes). Apesar de ser um cupê de quatro portas, planejado para quatro ocupantes, fica nas dimensões enxutas do banco traseiro um de seus raros defeitos. Passageiros mais altos sofrem para encontrar espaço para pernas e cabeça por causa do teto baixo e inclinado, apesar dos seus 4,99 metros de comprimento e 2,84 de entre-eixos. Em compensação, instalado no banco do motorista, comandando um carro potente e bem equilibrado, o único aperto que você vai sentir é o do seu corpo contra o encosto ao pisar forte no acelerador. Desse, duvido que você reclame.

VEREDICTO

Que outro carro pode reunir a potência de 525 cv e a frugalidade dos 10 km/l, embalado por luxo e muita tecnologia?


Motor:
dianteiro, longitudinal, V8, injeção direta de gasolina, biturbo
Cilindrada: 5 461 cm3
Diâmetro x curso: 98,0 x 90,5 mm
Taxa de compressão: 10,0:1
Potência: 525 cv
Torque: 72 mkgf
Câmbio: automatizado de 7 marchas; tração traseira
Dimensões: comprimento, 499 cm; largura, 188 cm; altura, 140 cm; entre-eixos, 284 cm
Peso: 1 881 kg
Peso/potência: 3,6 kg/cv
Porta-malas/caçamba: 520 litros
Tanque: 66 litros
Suspensão dianteira: multilink
Suspensão traseira: multilink
Freios: discos ventilados nas 4 rodas, com ABS, EBD e controle de tração
Direção: pinhão e cremalheira, com assistência eletrohidráulica
Pneus: 55/35 R19 na frente e 285/30 R19 atrás

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Mercedes Classe C ganha motor 250 CGI por R$ 179.900

Modelos Classe E também receberam motor da linha BlueEfficiency

Mercedes-Benz

Os modelos Classe C e Classe E, da Mercedes-Benz, passam agora a contar com um novo motor no Brasil, que promete diminuir o consumo de combustível e as emissões de gás carbônico. O 250 CGI é um propulsor 1.8 turbo com injeção direta, capaz de desenvolver 204 cv de potência e 31,6 kgfm de torque entre 2.000 rpm e 3.400 rpm.

O novo propulsor, da linha BlueEfficiency, integra os modelos Classe C 250 CGI Sport e Classe E 250 CGI, ambos equipados com câmbio automático de 5 marchas. O preço da nova versão do Classe C parte de R$ 179.900 e do Classe E, de R$ 229.900. Já as versões C180 e C200, que já eram orferecidas no país, seguem integrando a linha.

Confira a nova tabela de preços completa:

C 180 CGI - R$ 114.900
C 200 CGI Avantgarde - R$ 149.900
C 250 CGI Sport - R$ 179.900
C 63 AMG - US$ 201.900
E 250 CGI - R$ 229.900
E 350 Avantgarde Executive - R$ 299 mil
E 63 AMG - US$ 249 mil
E 500 Guard (blindado) - R$ 420 mil

Mercedes-Benz

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Mercedes Classe C ganha motor 250 CGI por R$ 179.900

Modelos Classe E também receberam motor da linha BlueEfficiency

Mercedes-Benz

Os modelos Classe C e Classe E, da Mercedes-Benz, passam agora a contar com um novo motor no Brasil, que promete diminuir o consumo de combustível e as emissões de gás carbônico. O 250 CGI é um propulsor 1.8 turbo com injeção direta, capaz de desenvolver 204 cv de potência e 31,6 kgfm de torque entre 2.000 rpm e 3.400 rpm.

O novo propulsor, da linha BlueEfficiency, integra os modelos Classe C 250 CGI Sport e Classe E 250 CGI, ambos equipados com câmbio automático de 5 marchas. O preço da nova versão do Classe C parte de R$ 179.900 e do Classe E, de R$ 229.900. Já as versões C180 e C200, que já eram orferecidas no país, seguem integrando a linha.

Confira a nova tabela de preços completa:

C 180 CGI - R$ 114.900
C 200 CGI Avantgarde - R$ 149.900
C 250 CGI Sport - R$ 179.900
C 63 AMG - US$ 201.900
E 250 CGI - R$ 229.900
E 350 Avantgarde Executive - R$ 299 mil
E 63 AMG - US$ 249 mil
E 500 Guard (blindado) - R$ 420 mil

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Mercedes-Benz S63 AMG

ESCRITO POR HEYMAR LOPES NUNES












Aparentemente colocar o número 55 na traseira do novo AMG Classe S seria um passo atrás, portanto, o emblema 63 permanece lá, apesar da troca do motor V8 de 6.208 cc para o também V8, porém biturbo de 5.5 litros. Ajudado pelo sistema para/anda, que desliga o motor com o carro parado, o S63 percorre agora 11 km/l e emite 244 g CO2/km (antes fazia 8,2 km/l – 347 g CO2/km).

A potência foi de 525 cv (64,1 kgfm) para 536 cv, com 81,5 kgfm de torque. Se preferir, escolha o ‘Performance Pack’ opcional por R$ 21 mil a mais (na Europa) e esses números saltam para 563 cv e 91,8 kgfm, diminuindo o tempo para se chegar aos 100 km/h partindo da imobilidade de 4,5 para 4,4 segundos. A velocidade máxima limitada a 250 km/h, vai para 300 km/h, sem prejuízo nas emissões.

Dirigir o novo S63 é uma experiência para ser desfrutada, muito por causa do novo motor, que gira menos que o anterior. Com sete marchas à disposição e torque disponível a partir dos 2.000 rpm, o S63 é muito mais rápido que o necessário para sua categoria de sedans luxuosos. De quebra, você ainda tem a companhia de um ronco de motor inebriante.

O controle ativo de estabilidade dá a ele incrível equilíbrio e baixíssima tendência à rolagem da carroceria, combinados com muito conforto. Novos itens de segurança passiva foram incorporados ao S63, como o Lane Keeping, que mantém o carro em linha reta evitando mudanças bruscas de trajetória e o Blindspot Assist, sistema com seis sensores de radar de curto alcance que monitoram os chamados “pontos cegos” nos retrovisores externos. O conjunto é impressionante, mas é o novo motor biturbo quem rouba a cena, que tem mais potência que o anterior e polui menos.

PREÇO NA EUROPA: R$ 295 mil MOTOR: V8 biturbo 5.461 cc 32V, 536 cv @ 5.500 rpm, 81,5 kgfm @ 2.000-4.500 rpm TRANSMISSÃO: Sete marchas automático, tração traseira DESEMPENHO: 0 a 100 km/h em 4,5 s, 250 km/h (limitada), 11 km/l, 244 g CO2/km PESO: 2.170 kg

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Mercedes-Benz S63 AMG

ESCRITO POR HEYMAR LOPES NUNES












Aparentemente colocar o número 55 na traseira do novo AMG Classe S seria um passo atrás, portanto, o emblema 63 permanece lá, apesar da troca do motor V8 de 6.208 cc para o também V8, porém biturbo de 5.5 litros. Ajudado pelo sistema para/anda, que desliga o motor com o carro parado, o S63 percorre agora 11 km/l e emite 244 g CO2/km (antes fazia 8,2 km/l – 347 g CO2/km).

A potência foi de 525 cv (64,1 kgfm) para 536 cv, com 81,5 kgfm de torque. Se preferir, escolha o ‘Performance Pack’ opcional por R$ 21 mil a mais (na Europa) e esses números saltam para 563 cv e 91,8 kgfm, diminuindo o tempo para se chegar aos 100 km/h partindo da imobilidade de 4,5 para 4,4 segundos. A velocidade máxima limitada a 250 km/h, vai para 300 km/h, sem prejuízo nas emissões.

Dirigir o novo S63 é uma experiência para ser desfrutada, muito por causa do novo motor, que gira menos que o anterior. Com sete marchas à disposição e torque disponível a partir dos 2.000 rpm, o S63 é muito mais rápido que o necessário para sua categoria de sedans luxuosos. De quebra, você ainda tem a companhia de um ronco de motor inebriante.

O controle ativo de estabilidade dá a ele incrível equilíbrio e baixíssima tendência à rolagem da carroceria, combinados com muito conforto. Novos itens de segurança passiva foram incorporados ao S63, como o Lane Keeping, que mantém o carro em linha reta evitando mudanças bruscas de trajetória e o Blindspot Assist, sistema com seis sensores de radar de curto alcance que monitoram os chamados “pontos cegos” nos retrovisores externos. O conjunto é impressionante, mas é o novo motor biturbo quem rouba a cena, que tem mais potência que o anterior e polui menos.

PREÇO NA EUROPA: R$ 295 mil MOTOR: V8 biturbo 5.461 cc 32V, 536 cv @ 5.500 rpm, 81,5 kgfm @ 2.000-4.500 rpm TRANSMISSÃO: Sete marchas automático, tração traseira DESEMPENHO: 0 a 100 km/h em 4,5 s, 250 km/h (limitada), 11 km/l, 244 g CO2/km PESO: 2.170 kg

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Mercedes-Benz fará esportivo para brigar com S1 e Série 1 M

ESCRITO POR FERNANDO GARCIA










A Mercedes-Benz pretende entrar para a disputa de compactos esportivos com a nova geração do Classe A (codinome do W176) que deverá ganhar o nome A25 AMG. O futuro modelo enfrentará nomes de peso como o S1 da Audi e Série 1 M Coupé da BMW. Segundo informações de uma publicação britânica, a Mercedes já está desenvolvendo um motor 2.0 litros turbocharged para o esportivo que poderá gerar até 320 cv, e será acoplado a uma nova transmissão de seis velocidades, de dupla embreagem, desenvolvida especialmente para o modelo.


Além disso, chegará equipado com o inédito recurso do sistema all-wheel drive, possibilitando uma dirigibilidade tipicamente esportiva. Ainda de acordo com esta publicação, o novo Classe A perderá seu estilo de minivan ganhando uma carroceria hatch, semelhante ao VW Golf. Uma versão conceito será exibida no Salão do Automóvel de Xangai, em 2011. O lançamento no mercado europeu está previsto para ocorrer em setembro de 2012. Vamos aguardar mais novidades!

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Mercedes-Benz fará esportivo para brigar com S1 e Série 1 M

ESCRITO POR FERNANDO GARCIA










A Mercedes-Benz pretende entrar para a disputa de compactos esportivos com a nova geração do Classe A (codinome do W176) que deverá ganhar o nome A25 AMG. O futuro modelo enfrentará nomes de peso como o S1 da Audi e Série 1 M Coupé da BMW. Segundo informações de uma publicação britânica, a Mercedes já está desenvolvendo um motor 2.0 litros turbocharged para o esportivo que poderá gerar até 320 cv, e será acoplado a uma nova transmissão de seis velocidades, de dupla embreagem, desenvolvida especialmente para o modelo.


Além disso, chegará equipado com o inédito recurso do sistema all-wheel drive, possibilitando uma dirigibilidade tipicamente esportiva. Ainda de acordo com esta publicação, o novo Classe A perderá seu estilo de minivan ganhando uma carroceria hatch, semelhante ao VW Golf. Uma versão conceito será exibida no Salão do Automóvel de Xangai, em 2011. O lançamento no mercado europeu está previsto para ocorrer em setembro de 2012. Vamos aguardar mais novidades!

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Mercedes-Benz faz os últimos testes no SLK

A Mercedes iniciou à contagem regressiva para a apresentação do novo SLK, com a divulgação das primeiras imagens oficiais do modelo em testes no Death Valley, o conhecido vale na fronteira entre a Califórnia e o Nevada.
Apesar de camuflagem, é possível ver alguns detalhes da carroceria, como o novo teto transparente “Magic Sky Control”, que aumenta ou diminui a luminosidade do mesmo, através de um simples toque no botão.
A linha será composta por um bloco 1.8 CGI com injeção direta e 185cv ou 205cv, além de um V6 de 3,5 litros. Para alguns mercado como o europeu, haver uma opção a diesel de 2.1 litros CDi já conhecido dos modelos equipados com a versão 250 CDi, com 204cv.
O roadster tem previsão de ser lançado durante o Salão Automóvel de Genebra (Suíça) no início de 2011.

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Mercedes-Benz faz os últimos testes no SLK

A Mercedes iniciou à contagem regressiva para a apresentação do novo SLK, com a divulgação das primeiras imagens oficiais do modelo em testes no Death Valley, o conhecido vale na fronteira entre a Califórnia e o Nevada.
Apesar de camuflagem, é possível ver alguns detalhes da carroceria, como o novo teto transparente “Magic Sky Control”, que aumenta ou diminui a luminosidade do mesmo, através de um simples toque no botão.
A linha será composta por um bloco 1.8 CGI com injeção direta e 185cv ou 205cv, além de um V6 de 3,5 litros. Para alguns mercado como o europeu, haver uma opção a diesel de 2.1 litros CDi já conhecido dos modelos equipados com a versão 250 CDi, com 204cv.
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Mercedes-Benz prepara festa dos 125 anos

Comemoração homenageia o registro do primeiro automóvel do mundo

  Divulgação
Triciclo de Carl Benz, de 1886

A Mercedes-Benz vai celebrar 125 anos do registro da patente do triciclo de Carl Benz, de 1886, considerado o primeiro automóvel do mundo. A festa vai começar no próximo dia 29 de janeiro, no museu da marca alemã em Stuttgart, que terá a presença da chanceler Angela Merkel.

Na mesma época será lançada uma campanha publicitária e uma exposição de arte que vão retratar a importância da data. Além disso, em 10 de agosto do ano que vem, haverá uma partida de futebol entre Alemanha e Brasil, no reformado estádio Mercedes-Benz Arena, também como parte das comemorações.

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Mercedes-Benz prepara festa dos 125 anos

Comemoração homenageia o registro do primeiro automóvel do mundo

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Triciclo de Carl Benz, de 1886

A Mercedes-Benz vai celebrar 125 anos do registro da patente do triciclo de Carl Benz, de 1886, considerado o primeiro automóvel do mundo. A festa vai começar no próximo dia 29 de janeiro, no museu da marca alemã em Stuttgart, que terá a presença da chanceler Angela Merkel.

Na mesma época será lançada uma campanha publicitária e uma exposição de arte que vão retratar a importância da data. Além disso, em 10 de agosto do ano que vem, haverá uma partida de futebol entre Alemanha e Brasil, no reformado estádio Mercedes-Benz Arena, também como parte das comemorações.

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Apresentação: Mercedes-Benz CLS

Segunda geração do cupê de quatro portas tem design inspirado e mecânica exemplar

por Luís Guilherme do Automotor/Portugal
Para MotorDream


Apresentação: Mercedes-Benz CLS

O CLS é um dos modelos mais atraentes da Mercedes na atualidade, graças a sua carroceria tradicional de quatro portas que mistura elementos de um cupê. O resultado foram 170 mil unidades vendidas até hoje. Agora, chega a segunda geração em meio a muitas expectativas. O local escolhido para o teste do cupê de quatro portas foi uma zona da Toscânia, na Itália. As estradas desta região recebem os quase cinco metros de comprimento por 1,88 metros de largura exibidos pelo novo CLS. A pose é elegante, mas não deixa de ter um aspecto robusto e musculado.

Na primeira impressão o design da dianteira agrada mais. A parte traseira parece mais clássica. Mas não deve se estranhar se, daqui a alguns meses, o design do modelo for avaliado de uma maneira contrária. É que, nestas coisa da estética, o tempo as vezes muda as primeiras impressões. O toque futurista é dado pelas 71 luzes LED presentes nos faróis e lanternas.

Já no que diz respeito ao requinte do habitáculo, o tempo só pode realçar as primeiras sensações, muito boas por sinal. O ambiente é muito acolhedor, graças a uma qualidade geral acima de qualquer suspeita e a um nível de acabamentos digno do melhor que se faz nesta indústria.





O desenho do painel de instrumentos e do console central só merecem elogios, além de incentivarem o motorista a andar muitos quilômetros ao volante, de preferência sem destino marcado. O painel de instrumentos evoluiu e a tela a cores é encantadora. As quatro portas são em alumínio

Em um primeiro momento, vão existir apenas duas versões: a V6 diesel 350 CDI com 265 cv e o 350 CGI a gasolina com 306 cv. A maior surpresa está reservada para março, altura em que chega a versão 250 CDI equipada com a unidade turbodiesel de quatro cilindros, com 204 cv e 51 kgfm de torque, que irá custar 69.550 euros. Gradualmente, irão surgir as mais potentes versões a gasolina, que ostentam a assinatura AMG.

Não é preciso andar muito para se perceber que este carro é uma espécie de tapete voador luxuoso, mas sobre rodas. O nível de conforto é difícil de descrever, mas a dinâmica evoluiu consideravelmente em relação ao modelo anterior, muito por culpa de um chassi muito bem elaborado, com a suspensão controlando com eficácia os movimentos da carroceria mesmo nas curvas mais exigentes. Sobretudo quando se conta com opcionais como a suspensão pneumática ou o pack esportivo, que inclui uma menor altura ao solo. A direção tem um tato muito bom, e este é, provavelmente, o elemento onde se nota maior evolução num Mercedes. Isto porque a caixa automática de sete velocidades também cumpre o seu papel com maior eficácia e rapidez na leitura das situações.




Na lista de equipamento também há novidades, com destaque para os faróis bi-xênon com função direcional e comutação automática entre alto e baixo, além do assistente ativo de faixa de rodagem, que chega ao ponto de “empurrar” o CLS para o centro da faixa caso o motorista esteja distraído ao volante. O mais curioso é que o sistema detecta quando a ação é proposital. Ou seja, só funciona quando é mesmo uma distração. No âmbito da segurança, todos os CLS passam a contar de série com nove airbags, incluindo um para proteção específica da zona pélvica.

De uma forma geral, conduzir o novo CLS é uma experiência marcante pelo conforto e pela qualidade da dinâmica, que não deixa de exibir uma agilidade surpreendente para um automóvel com 1.815 kg de peso. O espaço no interior é abundante, a mala é generosa e o único senão será o cuidado que o interessado terá na hora de enfrentar a tentadora lista de opcionais.

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Apresentação: Mercedes-Benz CLS

Segunda geração do cupê de quatro portas tem design inspirado e mecânica exemplar

por Luís Guilherme do Automotor/Portugal
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Apresentação: Mercedes-Benz CLS

O CLS é um dos modelos mais atraentes da Mercedes na atualidade, graças a sua carroceria tradicional de quatro portas que mistura elementos de um cupê. O resultado foram 170 mil unidades vendidas até hoje. Agora, chega a segunda geração em meio a muitas expectativas. O local escolhido para o teste do cupê de quatro portas foi uma zona da Toscânia, na Itália. As estradas desta região recebem os quase cinco metros de comprimento por 1,88 metros de largura exibidos pelo novo CLS. A pose é elegante, mas não deixa de ter um aspecto robusto e musculado.

Na primeira impressão o design da dianteira agrada mais. A parte traseira parece mais clássica. Mas não deve se estranhar se, daqui a alguns meses, o design do modelo for avaliado de uma maneira contrária. É que, nestas coisa da estética, o tempo as vezes muda as primeiras impressões. O toque futurista é dado pelas 71 luzes LED presentes nos faróis e lanternas.

Já no que diz respeito ao requinte do habitáculo, o tempo só pode realçar as primeiras sensações, muito boas por sinal. O ambiente é muito acolhedor, graças a uma qualidade geral acima de qualquer suspeita e a um nível de acabamentos digno do melhor que se faz nesta indústria.





O desenho do painel de instrumentos e do console central só merecem elogios, além de incentivarem o motorista a andar muitos quilômetros ao volante, de preferência sem destino marcado. O painel de instrumentos evoluiu e a tela a cores é encantadora. As quatro portas são em alumínio

Em um primeiro momento, vão existir apenas duas versões: a V6 diesel 350 CDI com 265 cv e o 350 CGI a gasolina com 306 cv. A maior surpresa está reservada para março, altura em que chega a versão 250 CDI equipada com a unidade turbodiesel de quatro cilindros, com 204 cv e 51 kgfm de torque, que irá custar 69.550 euros. Gradualmente, irão surgir as mais potentes versões a gasolina, que ostentam a assinatura AMG.

Não é preciso andar muito para se perceber que este carro é uma espécie de tapete voador luxuoso, mas sobre rodas. O nível de conforto é difícil de descrever, mas a dinâmica evoluiu consideravelmente em relação ao modelo anterior, muito por culpa de um chassi muito bem elaborado, com a suspensão controlando com eficácia os movimentos da carroceria mesmo nas curvas mais exigentes. Sobretudo quando se conta com opcionais como a suspensão pneumática ou o pack esportivo, que inclui uma menor altura ao solo. A direção tem um tato muito bom, e este é, provavelmente, o elemento onde se nota maior evolução num Mercedes. Isto porque a caixa automática de sete velocidades também cumpre o seu papel com maior eficácia e rapidez na leitura das situações.




Na lista de equipamento também há novidades, com destaque para os faróis bi-xênon com função direcional e comutação automática entre alto e baixo, além do assistente ativo de faixa de rodagem, que chega ao ponto de “empurrar” o CLS para o centro da faixa caso o motorista esteja distraído ao volante. O mais curioso é que o sistema detecta quando a ação é proposital. Ou seja, só funciona quando é mesmo uma distração. No âmbito da segurança, todos os CLS passam a contar de série com nove airbags, incluindo um para proteção específica da zona pélvica.

De uma forma geral, conduzir o novo CLS é uma experiência marcante pelo conforto e pela qualidade da dinâmica, que não deixa de exibir uma agilidade surpreendente para um automóvel com 1.815 kg de peso. O espaço no interior é abundante, a mala é generosa e o único senão será o cuidado que o interessado terá na hora de enfrentar a tentadora lista de opcionais.

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Mercedes SLS AMG GT3 à venda


Mercedes SLS AMG GT3 à venda

Modelo "asa de gaivota" é voltado para as provas de velocidade e resistência

do AutoMotor/Portugal, via MotorDream

As equipes interessadas já podem adquirir o Mercedes SLS AMG GT3, a versão do “asas de gaivota” dedicada exclusivamente às pistas. As primeiras entregas estão previstas para fevereiro de 2011, a tempo das próximas temporadas de corridas. Em termos de preços, a marca da estrela de três pontas anuncia o esportivo pelo preço de 334 mil euros, aproximadamente R$ 762,6 mil.

Desenvolvido segundo os regulamentos da competição GT3 da FIA, - como o nome indica -, este SLS está apto a participar de provas de velocidade e resistência.

“O SLS AMG GT3 marca o início de uma nova era esportiva para a Mercedes (...) A AMG trabalhará em conjunto com o nosso parceiro HWA para pôr um departamento de corridas orientado para o cliente”, afirma Norbert Haug, diretor da Mercedes Motorsport.









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