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Empresa coreana apresenta caixas de som “transparentes” durante CES
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Estudo desenvolve lente de contato que acessa web
A pesquisa conta com o apoio da National Science Foundation e já foi divulgada em uma conferência de engenharia eletrônica. O invento é composto de camadas muito finas de plástico e componentes eletrônicos com espessura de alguns nanômetros.
O anúncio oficial do invento, que mostra fotos da lente na mão de um cientista ou nos olhos de um coelho no laboratório, cita como exemplos básicos do que seria possível os personagens Exterminador do Futuro e A Mulher Biônica.
"Olhando pelas lentes completas, você veria o que o display está gerando sobreposto à imagem do mundo exterior", explicou Babak Parviz, professor assistente de engenharia elétrica.
As possibilidades de aplicação para o invento são inúmeras, desde informações para motoristas e pilotos, que poderiam ter um velocímetro e outros mostradores em seus olhos, até a aplicação para imersão em videogames e mundos virtuais ou mesmo a navegação na Internet, por exemplo.
Mas a lente não está limitada a tais usos. "As pessoas podem encontrar todos os tipos de aplicações para isto que ainda não pensamos a respeito. Nosso objetivo é mostrar a tecnologia básica, ter certeza que funciona e que é segura", explicou Parviz.
Atualmente as lentes possuem um circuito elétrico e LEDs vermelhos, porém ela ainda não se ilumina. Por serem lentes de contato, sua aplicação e remoção é extremamente simples e, embora não corrijam problemas de visão, a tecnologia poderia ser implementada também em lentes utilizadas para este fim.
A versão final da lente ainda demorará a chegar ao mercado, mas uma versão básica, que mostra alguns pixels de informação, está próxima de ser lançada.
Imagens: Universidade de Washington/Divulgação
Franceses apresentam 'primeiro navio vertical do mundo'

Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar.
acques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".
Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.
"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."
Plataformas
Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água.
Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.
Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.
O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.
O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional.
Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".
Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Por: BBC Brasil







